Era uma vez…

…em um domingo de manhã, uma reunião onde todos estavam felizes e contentes. Afinal de contas, estavam reunidos para “oficializar” uma decisão que foi tomada após um bom tempo de pesquisa, conversas e oração. Aquele domingo foi separado para uma festa: a adoção de um povo não alcançado, os Mouros da Mauritânia.

Mas antes de tomarem essa decisão, a igreja estava sempre reunida e trazendo informações sobre vários povos, de diversos países. Através da liderança do pastor, incentivo da liderança da igreja, toda a comunidade foi impactada pelo movimento. Foram movidos pelo Espírito, queriam fazer diferença mesmo estando longe. Nesse período de descoberta das necessidades da África do norte, a igreja inteira aprendeu muito. Eles conheceram países, oportunidades, aprenderam a orar com direção. Foram momentos esporádicos nos cultos, pequenos vídeos apresentados, contatos com trabalhadores e agências que possuem trabalho na região. Isto é, colocaram a mão na massa para tomarem a decisão de adotar um povo.

O culto começa com músicas de alegria. Em cada parede da igreja era possível ver fotos dos Mouros da Mauritânia. Em um momento do culto, uma intercessão em conjunto pelo país, pelas necessidades evidentes que lá se encontram, pelos trabalhadores que lá estão. De repente, viu-se um pequeno vídeo de alguém que trabalha por lá. Foi lido um relato, de um Mouro convertido, que muito comoveu a igreja diante dos desafios de viver sua fé.

A palavra que foi compartilhada foi sobre a gratidão de sermos “co-participantes” no Reino de Deus. Assim que terminou a pregação, o momento de assinatura do Pacto de Adoção começou. Com uma música cristã na língua dos Mouros ao fundo, a igreja assistiu a assinatura do pastor e líderes da igreja, juntamente com um representante da agência que estaria trabalhando em conjunto e ajudando a igreja a se aproximar mais do povo que eles decidiram adotar. Afinal de contas, ninguém faz nada sozinho, ainda mais no Reino de Deus. A agência possui trabalhos na Mauritânia, e significante experiência com os Mouros.

Depois que todos assinaram, a igreja dá as mãos. Todos, em uníssono, oram agradecendo pelo ato consumado. Não foi uma simples assinatura. Foi um compromisso feito, diante de Deus e diante dos homens, para o alcançar deste povo. Se comprometeram a orar sistematicamente por eles, os membros da igreja já sabem que em dois anos uma equipe da igreja estará indo lá e ver in locco as necessidades. Um casal que tem o chamado de trabalhar fora estará sendo preparado durante este tempo. Enquanto isso, jantares missionários, ofertas esporádicas e outros movimentos criativos serão as ferramentas para ajudar financeiramente (desde já) alguns projetos sociais que já abençoam a população local. Enfim, todos envolvidos. Querem ver o Reino implantado entre os Mouros.

Foi aí que acordei. Foi tudo um sonho.

Será que isso será realidade um dia meu Deus?“, questionei-me ardentemente. Diante da pergunta no ar e do anseio de ver respostas afirmativas acontecendo, me levantei. Saí da cama e também do meu status quo. Resolvi acordar para a vida e fazer valer minha existência na terra. Arregacei as mangas, fui a procura daqueles que querem fazer valer a Palavra do Mestre em suas vidas.

Está na hora de agir.

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O que é o projeto Adote um Povo?

Download do Pacto de Adoção